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Professora dá sapatadas em bandido para se defender de assalto (VÍDEO)

Mulher se defende de tentativa de assalto acertando suspeito com sapato - Foto / Reprodução

Uma mulher agrediu um bandido com sapatadas durante um assalto em São Vicente, no litoral de São Paulo. Uma câmera de monitoramento instalada em uma das residênias do bairro flagrou a ação. Para se defender, a vítima entrou em luta corporal com um dos criminosos. Eles fugiram com uma pasta de documentos dela, que foi recuperada.

A professora Luciene Fernandes, de 47 anos, conta que retornava do banco, por volta de 12h10 da segunda-feira (14), quando foi surpreendida por dois homens na Rua Santa Cruz, no Centro.

Uma câmera de segurança de uma residência do bairro registrou o momento em que dois suspeitos andam de bicicleta pela rua, próximo à Praça Bernardino de Campos. Eles veem Luciene andando na calçada, na mesma direção. Um dos jovens, que está sem camisa, desce da bicicleta e vai de encontro com a mulher, enquanto o outro segura as duas bicicletas.

Ao perceber a movimentação, Luciene se afasta e retira os dois sapatos, enquanto segura uma pasta com documentos. Ela tenta bater no suspeito com os calçados, mas ele desvia. A professora também tenta correr, porém é alcançada pelo assaltante e os dois entram em uma luta corporal.

“Ele arrebentou a alça da bolsa e teve um momento que chegou a puxar o meu cabelo”, conta Luciene.
Entre puxões e sapatadas, o suspeito consegue puxar uma pasta que ela tinha em mãos e foge com o comparsa de bicicleta. Luciene e outro homem, que passava no local no momento da tentativa de assalto, correram atrás dos assaltantes, que deixaram cair a pasta dela pela rua.

“Ele queria a minha bolsa de qualquer jeito. Ele só conseguiu pegar a pasta de documentos, mas fui atrás e ele jogou no chão”, relata a vítima.

A professora chegou a ligar para o 190 e registrou o boletim de ocorrência na Delegacia Eletrônica. A Guarda Civil Municipal foi até o local e realizou ronda na área.

Luciene relata os perigos que os moradores do trecho passam diariamente. “Aqui se ouve grito de socorro direto. São mulheres as vítimas. Me sinto um lixo, pois moro numa cidade em que eu não posso andar a pé. Não tenho segurança. Aqui está cheio de usuários de drogas e ladrões de bicicleta”, afirma.

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